Coisas do Frederico
Repassar minhas experiências como cidadão do mundo tanto na área pessoal como empresarial.Fredericohttp://www.blogger.com/profile/13452042854665335158noreply@blogger.comBlogger59125
Atualizado: 1 minuto atrás
Brasileiro sofrido
Porque sempre o menos favorecido é o mais prejudicado em detrimento do rico, do político, do bem relacionado. É devido ao conformismo do brasileiro que vê na figura do político, banqueiro ou grande empresário um verdadeiro ¨salvador¨ de seus problemas. Quaisquer dos 3 sempre se dão bem e são respeitados e idolatrados pelo carisma e dinheiro que possuem e não pelo bem que fazem ao próximo.
Reivindicação do contribuinte
Em conversa com um fiscal da Receita Federal do Brasil me disse que o contribuinte deve reivindicar com os políticos as mudanças de legislação alfandegária para entrada no Brasil de bens pessoais dos imigrantes retornando ao pais ou ainda remetendo aos seus familiares pequenas lembranças e presentes para tornar a vida de seus familiares sofridos mais amena. O Presidente Lula tão querido pelo povo e preferido pelos imigrantes nada fez em seus 8 anos de governo em suas inúmeras viagens pelo exterior conversando com os imigrantes para facilitar a entrada no Brasil dos bens pessoais dos imigrantes regressando devido a crise internacional.
Burocracia em um processo de mudança do exterior para o Brasil
Você sabia que um processo de mudança chega a conter mais de 30 folhas entre documentos autenticados, firma reconhecida, declarações, comprovantes. Todo este processo burocrático é custoso tanto monetariamente como em tempo perdido. Deve-se ainda contratar um despachante aduaneiro e ter muita, muita paciência até ser fiscalizado pela Receita Federal do Brasil.
Legislação alfandegária brasileira
Você sabia que a legislação alfandegária brasileira é uma das mais complicadas e burocráticas do mundo. Apesar disso encontramos nas Ruas 25 de Março e Santa Efigenia em São Paulo, todos os produtos importados de ultima geração de qualquer parte do mundo principalmente China. Entenda-se a legislação é burocrática mas devido a compra das facilidades tudo de última geração entra no pais muito facilmente e é comercializado abertamente até mesmo pelos grandes magazines.
Novos desafios
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Efeito positivo da globalização
Com a globalização da economia está ocorrendo uma aproximação entre praticamente todos os povos do planeta terra. As distancias apesar de serem enormes ficam pequenas com a imensidão do transporte aéreo com inúmeras companhias cobrindo os lugares mais distantes. Como aliado ainda temos a internet nos permitindo conversar gratuitamente.
Objetivos claros
É muito fácil identificar pelo brilho nos olhos aqueles que encaram a vida na plenitude das realizações. Devemos sempre persistir em atingir este estagio vibrando principalmente com os pequenos fatos do nosso dia a dia.
Viver no Brasil ou no exterior.
Recordo que quando cheguei na Espanha na primeira conversa que tive com um alto executivo de multinacional me disse se você está vindo para Espanha atrás de oportunidades está totalmente errado. O velho continente é, ou melhor, com a crise, teria que ser o melhor lugar para amadurecer devido a enorme infra-estrutura dos governos.
Beleza
O conceito do lindo ou feio e de acordo com os olhos do observador e a irradiação da pessoa observada. Quando o poeta diz beleza é fundamental ele consegue ir muito mais alem da camada externa.
Canalha estrupador
Você se aproveitó de teu irmão 7 anos mais novo como vingança por ser ignorado pelos nossos pais. Fez questão de mostrar teu triunfo na frente de nossa irmã e fez durante muito tempo para humilhar-me. Durante muitas décadas escondeu o bom moço que você e sua família são escondendo tua verdadeira cara que finalmente você mostrou tua cara de lobo mau. Me prejudicastes muitíssimo e seguramente estas muito satisfeito por isso. Recordo que de criança teu ódio era tanto que uma vez se não fosse a vizinha você teria me matado enforcado. Não tenho dó de você, fez questão de me ignorar assim como com minha filha quando o destino nos pós frente a frente na rua. Você é lixo e certamente está pagando ou ainda vai pagar pelos seus atos. A nossa irmã foi o pivô da caída da mascara porque ela jamais se conformou com tudo o que você fez comigo e eu ainda te admirava como grande profissional, executivo, pai de família, grande amigo. A mascara caiu, a realidade fria e cruel se apresentou a nossa frente e ... ficou...Hoje é Natal e infelizmente é quando vem tudo a mente.Para você e para o lixo da tua esposa ex-puta que segundo a própria irmã teve caso até com o padrasto, como nossa mãe dizia que o diabo os carregue para viverem eternamente no inferno.
O poder do dinheiro
Antigamente perguntava-se é filho de que família? Valia a tradição, educação algo que vinha de berço como se dizia; educação vem de berço. Hoje em dia vales pelo dinheiro que tens. Sois venerados pela tua riqueza ou até mesmo pela tua aparência de riqueza que já vale para entrar no clube dos pobres de espírito.
Nossa idade
Vale dizer que tem x anos, mas parece – x ou + x. Antigamente gostávamos sempre ser + x porque a sabedoria era dominada pelos velhos através de sua experiência de vida. Hoje todos querem ser –x para se sentirem jovens vivendo as superficialidades do momento. A busca pelo algo a mais, pelo maior entendimento das coisas virou complicado demais, portanto vale a aparência de jovem que corresponde com o biótipo da sociedade moderna.
historia de um fim de semana
A minha história começa numa noite de sexta-feira de dezembro de 1995. Nesta ocasião vivia em Curitiba (Paraná), era casado com filhos, gerente de uma grande empresa. Há seis meses estava tendo um caso extraconjugal com minha atual esposa que também na época era casada com filhos. Através de um cliente que era do serviço especial da Policia Federal fui orientado a tirar um porte de arma, fazer cursos de defesa pessoal e aulas de tiro. Assim foi e em alguns meses recebi meu porte de armas que me permitia andar no dia a dia com uma pistola automática com dois pentes de balas. Sentia-me protegido. Aquela noite de sexta-feira era muito especial para nós porque finalmente depois de muitos meses de freqüentar motéis por algumas horas, finalmente iríamos dormir juntos por primeira vez no fim de semana. Com várias semanas de antecedência planejamos aquele fim de semana para nós. Tanto eu como minha atual esposa tivemos que montar todo o quebra cabeças para que naquele fim de semana tanto eu como ela estivéssemos sozinhos sem preocupações de esposa, marido, filhos e sim fosse só para nós. Minha ex-esposa viajou para casa de parentes junto com minhas filhas e o ex-marido de minha atual esposa viajou para um retiro religioso juntamente com os filhos. Finalmente chegou o grande final de semana que certamente iria fortificar nosso relacionamento. Somente tarde da noite de sexta-feira finalmente conseguimos nos livrar de nossos cônjuges e filhos e pudemos rumar a nossa grande primeira aventura. O local escolhido foi um hotel colonial na cidade de Antonina (litoral do Paraná). Como saímos tarde da noite de Curitiba optei por viajar para Antonina pela estrada da Graciosa, que é a velha estrada para viajar ao litoral do Paraná. Por este caminho se ganha tempo e o que mais queríamos era estar o mais rapidamente finalmente juntos. A ¨Estrada da Graciosa¨ é uma estrada histórica que ainda preserva seu pavimento e traçado original. A pavimentação da estrada é de paralepipedo, ou seja, pedra, é totalmente tortuosa com curvas fechadíssimas vasta vegetação com desfiladeiros altíssimos.
Quando finalmente saímos da BR e entramos na estrada da Graciosa já era 11 horas da noite e chovendo muitíssimo naquelas noites de chuva de verão. Meu carro era um Passat Pointer 1.8 com rodas especiais todo equipado. O primeiro trecho da estrada da Graciosa é plano até atingir a serra quando começa a descida para o litoral. Como já era tarde da noite e chovendo muito não transitava ninguém o que permitia desenvolver uma boa velocidade, não víamos a hora de chegar para curtir nossa primeira noite juntos. Depois de uns 10 minutos de transitar sem ver nenhum veiculo finalmente na nossa frente havia uma Brasilia transitando bem devagar a uns 20 km por hora. Passei por ele xingando que estava tão devagar. Logo adiante já iniciou o trecho de descida da serra. Logo na terceira curva da descida da serra quando ia fazer a curva o carro escorregou devido a grande quantidade de água da chuva no chão de pedra e o carro desgovernado desceu o morro através da vegetação. Estávamos usando os cintos de segurança e segurando firme o volante consegui parar a uns 150 metros para baixo da estrada. Foram segundos de muita aflição e milagrosamente não batemos contra nenhuma arvore parando unicamente porque a densa vegetação com a água da chuva torrencial fez que parássemos. Perguntei, como você está? Está ferida? Nem ela nem eu sofremos qualquer ferimento. Consegui abrir a porta sair do carro na mata, lama e lembrei que tínhamos ultrapassado aquela Brasília que deveria passar a qualquer momento na estrada. Dei um jeito de subir pela mata até a estrada. O carro estava com os faróis ligados e pedi que esperara no carro.Depois de uns 10 minutos que estava na estrada finalmente chega a Brasília. Consegui que parasse e expliquei que havia sofrido um acidente, eles quiseram saber se alguém estava ferido, disse que não e que por favor notificasse a policia ou algum caminhão guincho que pudesse nos socorrer. Naquele lugar não havia qualquer sinal de telefonia celular. Voltei para o carro e ficamos quietos apreensivos com o que tudo isso poderia resultar. Minha companheira ficou quieta como que rezando ou meditando. Estávamos totalmente molhados e no meio de uma densa floresta com chuva torrencial. Como estava com minha arma carregada com dois pentes de balas sobressalentes me sentia até certo ponto seguro quanto à segurança pessoal. Lá pelas 2 horas da manha em torno de 2 horas do acidente der repente vejo que param dois veículos na estrada. Imediatamente minha companheira sai correndo desesperada gritando ¨meus anjos chegaram¨, me bateu um medo muito grande e ordenei para ela ficar no carro que eu iria subir até a estrada para verificar quem eram e o que poderiam fazer para nos ajudar. Chegando à estrada me deparei com dois carros velhos; na realidade caindo os pedaços um Passat e uma Brasília. De dentro dos carros saíram nove homens com uma aparência física que pareciam que eram foragidos de alguma penitenciaria. Quando fui conversar com eles imediatamente imaginei o pior e para minha maior preocupação que minha companheira insistiu, apesar de eu ter pedido o contrario, de sair do carro e ir conversar com eles. Eu pelo medo que senti lhes menti dizendo que a policia já havia sido avisada e que um guincho já estava a caminho. Devido à insistência da minha companheira eles desceram o morro para ver onde o carro estava e se poderia fazer alguma coisa. Os nove conversando entre eles e eu a certa distancia com minha arma na cintura pronto para o ¨pior¨. Eles falaram para minha companheira que era quem mais insistia e conversava com eles que havia sim condições de levar o carro até a estrada. Eu em alerta máximo com minha arma na cintura imaginando como deveria agir; se intimidar ou sair atirando em todos.Fiz questão de ficar a distancia e deixa-los agir. Quando olho vejo que seis deles com um ao volante estão levantando o carro para colocar calços nas rodas para não patinar e pouco a pouco subir o morro de volta. Outros dois trouxeram umas cordas que amarraram no carro e primeiro com a Brasília e depois com o Passat puxaram pouco a pouco para a estrada. Quando vi que conseguiram tirar o carro do lugar e que metro a metro estava subindo o morro passei a fazer parte da equipe para levar o carro de volta para estrada. Finalmente depois de quase uma hora de árduo trabalho conseguimos atingir a estrada. Tanto eles como nós estávamos totalmente molhados e de lama até a cabeça. O carro na estrada eles me pediram para checar se estava tudo funcionando, luzes, freios, algum falho. Tudo estava bem então lhes perguntei quanto deveria pagar-lhes. Eles disseram NADA. Eu sentia uma mistura de alivio com grande vergonha e insisti colocando forçado um dinheiro no bolso de um deles. Subimos no carro e bem devagar chegamos finalmente no hotel. Tirando minhas roupas peguei a pistola e constatei que estava travada e descarregada apesar de eu ter absoluta certeza de deixá-la pronta para qualquer eventualidade. Já estava amanhecendo e pedimos para lavar nossas roupas e carro e fomos dormir. No sábado ficamos o dia todo quase que adormecidos em estado de meditação pelos fatos ocorridos. No domingo depois de lavar o carro e nossas roupas varias vezes para retirada de toda a lama retornamos para Curitiba. Fiz questão de fazer o mesmo caminho para durante o dia ver o local que caímos e em que situação estivemos. Olhando não pudemos acreditar como que primeiramente pudemos sair da estrada descer 150 metros de morro e não bater em nenhuma arvore apesar de haver centenas, milhares nesse ponto. Imaginar como pudemos subir de volta aquele morro puxados por corda e com a ajuda de nove homens se em conversa com gente do local nos disseram que com guincho é uma operação demorada e complicada. Inacreditável como o carro não sofreu qualquer dano nem um simples amassado. Esta historia nos mostrou e ensinou muitas coisas;
· O desprezo pelo próximo muitas vezes é castigado antes do que imaginamos. A Brasília a minha frente ia bem devagar dando sinal do perigo iminente, mas que eu desprezei e ainda xinguei.· O fato de haver caído justamente em um ponto da estrada sem um grande abismo e sair totalmente ileso sem nem sequer com qualquer dano material devemos agradecer ao Senhor que ainda nos enviou os ¨anjos¨ para nos tirar daquela situação.· Quando pedimos com muita fé somos atendidos. Os ¨anjos¨ vieram e fizeram o que tinham que fazer. · A aparência, aspecto físico pouco importa.· ¨A segurança¨ que nos dá de estar armado de nada adianta para gente que não está realmente preparada para andar armado. Graças ao Senhor que quando os anjos se aproximaram a arma estava travada e ainda sem balas. A partir de então me livrei da pistola.
Quando finalmente saímos da BR e entramos na estrada da Graciosa já era 11 horas da noite e chovendo muitíssimo naquelas noites de chuva de verão. Meu carro era um Passat Pointer 1.8 com rodas especiais todo equipado. O primeiro trecho da estrada da Graciosa é plano até atingir a serra quando começa a descida para o litoral. Como já era tarde da noite e chovendo muito não transitava ninguém o que permitia desenvolver uma boa velocidade, não víamos a hora de chegar para curtir nossa primeira noite juntos. Depois de uns 10 minutos de transitar sem ver nenhum veiculo finalmente na nossa frente havia uma Brasilia transitando bem devagar a uns 20 km por hora. Passei por ele xingando que estava tão devagar. Logo adiante já iniciou o trecho de descida da serra. Logo na terceira curva da descida da serra quando ia fazer a curva o carro escorregou devido a grande quantidade de água da chuva no chão de pedra e o carro desgovernado desceu o morro através da vegetação. Estávamos usando os cintos de segurança e segurando firme o volante consegui parar a uns 150 metros para baixo da estrada. Foram segundos de muita aflição e milagrosamente não batemos contra nenhuma arvore parando unicamente porque a densa vegetação com a água da chuva torrencial fez que parássemos. Perguntei, como você está? Está ferida? Nem ela nem eu sofremos qualquer ferimento. Consegui abrir a porta sair do carro na mata, lama e lembrei que tínhamos ultrapassado aquela Brasília que deveria passar a qualquer momento na estrada. Dei um jeito de subir pela mata até a estrada. O carro estava com os faróis ligados e pedi que esperara no carro.Depois de uns 10 minutos que estava na estrada finalmente chega a Brasília. Consegui que parasse e expliquei que havia sofrido um acidente, eles quiseram saber se alguém estava ferido, disse que não e que por favor notificasse a policia ou algum caminhão guincho que pudesse nos socorrer. Naquele lugar não havia qualquer sinal de telefonia celular. Voltei para o carro e ficamos quietos apreensivos com o que tudo isso poderia resultar. Minha companheira ficou quieta como que rezando ou meditando. Estávamos totalmente molhados e no meio de uma densa floresta com chuva torrencial. Como estava com minha arma carregada com dois pentes de balas sobressalentes me sentia até certo ponto seguro quanto à segurança pessoal. Lá pelas 2 horas da manha em torno de 2 horas do acidente der repente vejo que param dois veículos na estrada. Imediatamente minha companheira sai correndo desesperada gritando ¨meus anjos chegaram¨, me bateu um medo muito grande e ordenei para ela ficar no carro que eu iria subir até a estrada para verificar quem eram e o que poderiam fazer para nos ajudar. Chegando à estrada me deparei com dois carros velhos; na realidade caindo os pedaços um Passat e uma Brasília. De dentro dos carros saíram nove homens com uma aparência física que pareciam que eram foragidos de alguma penitenciaria. Quando fui conversar com eles imediatamente imaginei o pior e para minha maior preocupação que minha companheira insistiu, apesar de eu ter pedido o contrario, de sair do carro e ir conversar com eles. Eu pelo medo que senti lhes menti dizendo que a policia já havia sido avisada e que um guincho já estava a caminho. Devido à insistência da minha companheira eles desceram o morro para ver onde o carro estava e se poderia fazer alguma coisa. Os nove conversando entre eles e eu a certa distancia com minha arma na cintura pronto para o ¨pior¨. Eles falaram para minha companheira que era quem mais insistia e conversava com eles que havia sim condições de levar o carro até a estrada. Eu em alerta máximo com minha arma na cintura imaginando como deveria agir; se intimidar ou sair atirando em todos.Fiz questão de ficar a distancia e deixa-los agir. Quando olho vejo que seis deles com um ao volante estão levantando o carro para colocar calços nas rodas para não patinar e pouco a pouco subir o morro de volta. Outros dois trouxeram umas cordas que amarraram no carro e primeiro com a Brasília e depois com o Passat puxaram pouco a pouco para a estrada. Quando vi que conseguiram tirar o carro do lugar e que metro a metro estava subindo o morro passei a fazer parte da equipe para levar o carro de volta para estrada. Finalmente depois de quase uma hora de árduo trabalho conseguimos atingir a estrada. Tanto eles como nós estávamos totalmente molhados e de lama até a cabeça. O carro na estrada eles me pediram para checar se estava tudo funcionando, luzes, freios, algum falho. Tudo estava bem então lhes perguntei quanto deveria pagar-lhes. Eles disseram NADA. Eu sentia uma mistura de alivio com grande vergonha e insisti colocando forçado um dinheiro no bolso de um deles. Subimos no carro e bem devagar chegamos finalmente no hotel. Tirando minhas roupas peguei a pistola e constatei que estava travada e descarregada apesar de eu ter absoluta certeza de deixá-la pronta para qualquer eventualidade. Já estava amanhecendo e pedimos para lavar nossas roupas e carro e fomos dormir. No sábado ficamos o dia todo quase que adormecidos em estado de meditação pelos fatos ocorridos. No domingo depois de lavar o carro e nossas roupas varias vezes para retirada de toda a lama retornamos para Curitiba. Fiz questão de fazer o mesmo caminho para durante o dia ver o local que caímos e em que situação estivemos. Olhando não pudemos acreditar como que primeiramente pudemos sair da estrada descer 150 metros de morro e não bater em nenhuma arvore apesar de haver centenas, milhares nesse ponto. Imaginar como pudemos subir de volta aquele morro puxados por corda e com a ajuda de nove homens se em conversa com gente do local nos disseram que com guincho é uma operação demorada e complicada. Inacreditável como o carro não sofreu qualquer dano nem um simples amassado. Esta historia nos mostrou e ensinou muitas coisas;
· O desprezo pelo próximo muitas vezes é castigado antes do que imaginamos. A Brasília a minha frente ia bem devagar dando sinal do perigo iminente, mas que eu desprezei e ainda xinguei.· O fato de haver caído justamente em um ponto da estrada sem um grande abismo e sair totalmente ileso sem nem sequer com qualquer dano material devemos agradecer ao Senhor que ainda nos enviou os ¨anjos¨ para nos tirar daquela situação.· Quando pedimos com muita fé somos atendidos. Os ¨anjos¨ vieram e fizeram o que tinham que fazer. · A aparência, aspecto físico pouco importa.· ¨A segurança¨ que nos dá de estar armado de nada adianta para gente que não está realmente preparada para andar armado. Graças ao Senhor que quando os anjos se aproximaram a arma estava travada e ainda sem balas. A partir de então me livrei da pistola.
Soluções para enfrentar a crise
É tão fácil, mas acaba sendo complicado para dar margem a muitos interesses que cada um puxa para seu lado. Sistema bancário é para ajudar, financiar novos projetos e não para especular com o dinheiro que arrecada indevidamente de ajudas governamentais e com taxas abusivas pelos seus míseros serviços.Engraçado exemplo, fazemos nos mesmos pelo nosso computador uma transferência entre contas sem utilizar sua estrutura física unicamente virtual através de seu banco de dados e temos que pagar taxas absurdas pela transferência. Ganhar assim é muito fácil como acontece com todos os serviços públicos que é aquilo que te impõem e você não tem outra opção. Porque a grande maioria das residências não possui captação de energia solar para suas necessidades, água de poço, veículos elétricos, ou seja, energias que pudessem ser auto-sustentáveis. A resposta é simples não interessa para os grandes grupos nem sequer ao governo que está lá para representar justamente os grandes grupos.
Autobiografia de minha família
Alegre era e não percebia. A união é de espíritos afins e não de pessoas. As desavenças e magoas abafaram a alegria de ter uma família. Triste saber que você não pode contar com tua família para te orientar, apoiar, ajudar quando você mais precisa. Como mudar? É só dar o primeiro passo, ficar receptivo em vez de repulsivo. Ë difícil, mas devemos sempre tentar.
O que interessa
É o dinheiro? É o status social? É as duas coisas juntas. Bom no final das contas quando vamos ao banheiro fazemos todas as mesmas coisas independentes de muito ou pouco dinheiro e de pequeno o grande status social. O que vale sim é o amor pelo próximo o que podemos fazer nesta vida para progredirmos nessa caminhada de aprendizado de convivência entre os povos.
Momentos
Viver o agora, avaliar o agora, por que devo preocupar-me no futuro se neste momento nada me falta.
Democracia
Dizem que é o melhor regime, o mais justo. Fala para se perpetuarem no poder no jogo sujo político quando o povo é induzido a fazer o jogo deles. Precisamos de anarquia para contrabalançar.
Futuro sem emprego
Tem quem diz que em um futuro próximo não haverá mais emprego para todos gerando caos social. Em minha opinião isto é provável desde que as pessoas que representam os governos não mudem suas posturas dando oportunidades para os pequenos empresários condenando os banqueiros e grandes grupos que visam unicamente ganhar cada vez mais dinheiro sem se importar com o bem estar da sociedade. È a cobiça falando mais alto que a razão.
Viver intensamente
O significado é vibrar com o que está acontecendo a nossa volta irradiando energia. !Cuidado, impossível permanecer continuamente neste estagio senão acontecem as desgraças. Aquelas pessoas que conseguem chegar ao limite do tolerável terão mais sucesso, mas com um custo muito elevado.


